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Ária: Da quel dì che lei perduta… Ah! Cosi nei di ridenti

Compositor: Donizetti Gaetano

Ópera: Anna Bolena

Papel: Percy (Tenor)

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PERCY
E che temer degg'io?
Da quel dì che, lei perduta,
Disperato in bando andai,
Da quel dì che il mar passai,
La mia morte cominciò.
Ogni luce a me fu muta,
Dai viventi mi divisi.
Ogni terra ov' io m'assisi
La mia tomba mi sembrò.

ROCHEFORT
E venisti a far peggiore
Il tuo stato a lei vicino?

PERCY
Senza mente, senza core,
Cieco io seguo il mio destino.
Pur talvolta, in duol sì fiero,
Mi sorride nel pensiero
La certezza che fortuna
I miei mali vendicò.

odensi suoni di caccia

ROCHEFORT
Già la caccia si raduna
Taci: alcuno udir ti può.


SCENA SETTIMA
Escono da varie parti drappelli di cacciatori: tutto è movimento in fondo alla scena.
Accorrono Paggi, Scudieri, de genti armate di picche, ecc., ecc.


CORO
Olà! veloci accorrano
I paggi, gli scudieri
I veltri si dispongano
S'insellino i destrieri
Più che giammai sollecito
Esce stamane il Re.

PERCY
Ed Anna anch'ella!

ROCHEFORT
Acquetati.
Forse con lui non è.
S'io finor, bell'idol mio. Settimio. L'esule di Roma. DonizettiPerche Gemma. Tamas. Gemma di Vergy. DonizettiIo sentù tremar la mano. Ugo. Parisina. DonizettiD'un alma troppo fervida. Poliuto. Poliuto. DonizettiOui, ta voix m'inspire (Si, che un tuo solo accento). Fernand (Ferdinand). La Favorita. DonizettiDi pescatore ignobile. Gennaro. Lucrezia Borgia. DonizettiAh! mes amis, quel jour de fête!...Pour mon âme. Tonio. La fille du régiment. DonizettiServi gente. Teodoro. Il giovedì grasso. DonizettiA te dirò negli ultimi singhiozzi. Roberto Devereux, Earl of Essex. Roberto Devereux. DonizettiM'ingannò la mia speranza. Oliviero. Adelia. Donizetti
Wikipedia
Anna Bolena é uma ópera em dois atos, de Gaetano Donizetti, com libreto de Felice Romani. Estreou no Teatro Carcano de Milão em dezembro de 1830.
Na corte do rei Henrique VIII de Inglaterra, no ano de 1536
Os cortesãos próximos de Henrique VIII, comentam que o rei se cansou da sua esposa e está procurando o amor de outra dama.
Giovanna Seymour, que é precisamente o alvo das atenções do rei, é chamada à presença de Anna Bolena, mas tranquiliza-se ao ver que a rainha só quer companhia.
O pajem Smeton interpreta uma canção à harpa, mas Anna está preocupada e fá-lo calar. A rainha sai, e Giovanna vê-se assediada pelo rei que chega nesse momento. Giovanna diz-lhe que só o matrimónio poderia justificar uma relação amorosa e o rei decide fazê-la sua esposa alegando que Anna Bolena lhe é infiel.
O irmão de Anna, Lord Rochefort, surpreende-se ao ver no palácio Lord Percy, antigo namorado de Anna. Percy foi chamado à corte depois de um longo exílio; o rei, o seu confidente Hervey e Anna aparecem e Henrique VIII observa satisfeito, a emoção que Anna sente, ao ver o seu antigo amante. O rei pede a Hervey que espie Percy para ver se consegue apanhá-lo em situação comprometedora com a rainha.
Numa galeria dos aposentos de Anna, o pajem Smeton, enamorado dela, roubou um medalhão com o seu retrato e agora quer restituir-lho, mas a chegada de Rochefort, Percy e Anna obrigam-no a esconder-se atrás de uma cortina. A conversa de Percy e Anna é muito imprudente, mas Percy insiste em saber se alguma vez o amou e, quando ela lhe diz que se vá embora, Percy tenta suicidar-se com a sua espada. Julgando que Anna está perigo, Smeton sai do esconderijo justamente quando chega o rei; conturbado, Smeton deixa cair o medalhão com o retrato da rainha. Henrique VIII tem agora motivos para a acusar e refuta as indignadas palavras de Anna dizendo-lhe que será submetida a juízo.
As damas da corte comentam que o séquito de aduladores da rainha desertaram e foram com Giovanna. Hervey informa a rainha disso.
Giovanna, cheia de remorsos, vem a ver a rainha; esta maldiz a cortesã que seduziu o rei, mas Giovanna confessa-lhe que a culpada é ela. Anna, generosamente, perdoa-a. Anna apresenta-se diante de Henrique VIII para se queixar de como é tratada; o rei finge que a principal acusação são as relações de Anna com Smeton.
A indignação de Anna é enorme e afirma que, em vista dele duvidar da sua dignidade, não lhe suplicará nada.
Para salvar a rainha, Percy finge ter sido casado com Anna e que o matrimónio de Henrique é nulo. Conduzidos à prisão, o rei fica um momento só e dubitativo; apresenta-se ante ele Giovanna que lhe confessa que não quer subir ao trono, causando a morte de Anna.
Entretanto chega a sentença do Conselho: Anna é condenada à morte. Hervey diz a Percy e a Rochefort que o rei lhes perdoa a vida, mas Percy recusa a clemência real e Rochefort, menos decidido, também.
Rodeada das suas damas mais fiéis, Anna aparece mentalmente alterada: recorda o castelo da sua infância e o amor de Percy. De pronto se ouvem sons de sinos e cantos de júbilo: o rei não pôde esperar, nem sequer pela execução, para se casar com Giovanna.
Isto faz voltar a si Anna, que invetiva os contraentes mas, finalmente, perdoa-lhes o mal que causaram e dirige-se ao suplício com pé firme.