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Ária: Sombre foret

Compositor: Rossini Gioachino

Ópera: Guillaume Tell

Papel: Mathilde (Soprano)

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Ils s'éloignent enfin; j'ai cru le reconnaître:
Mon c¦ur n'a point trompé mes yeux;
Il a suivi mes pas, il est près de ces lieux.
Je tremble!.. s'il allait paraître!
Quel est ce sentiment profond, mystérieux
Dont je nourris l'ardeur, que je chéris peut-être?
Arnold! Arnold! est-ce bien toi,
Simple habitant de ces campagnes,
L'espoir, l'orgueil de tes montagnes,
Qui charme ma pensée et cause mon effroi?
Ah! que je puisse au moins l'avouer moi-même!
Melcthal, c'est toi que j'aime;
Sans toi j'aurais perdu le jour;
Et ma reconnaissance excuse mon amour.

Sombre forêt, désert triste et sauvage,
Je vous préfère aux splendeurs des palais:
C'est sur les monts, au séjour de l'orage,
Que mon c¦ur peut renaître à  la paix;
Mais l'écho seulement apprendra mes secrets .

Toi, du berger astre doux et timide,
Qui, sur mes pas, viens semant tes reflets,
Ah! sois aussi mon étoile et mon guide!
Comme Arnold tes rayons sont discrets,
Et l'écho seulement redira mes secrets.
Lieta voce. Cristina. Eduardo e Cristina. RossiniNon si da follia maggiore. Fiorilla. Il turco in Italia. RossiniQual colpo, ohime... Squallida veste e bruna. Fiorilla. Il turco in Italia. RossiniMi scende sull'alma un dolce sopore. Lisinga. Demetrio e Polibio. RossiniIn seno alla tristezza. La Contessa Adele di Formoutiers. Le comte Ory. RossiniAlla pompa m'appresso. Lisinga. Demetrio e Polibio. RossiniQuant'è grato all' alma mia. Elisabetta. Elisabetta, regina d'Inghilterra. RossiniQual orribile sciagura!. Anaide. Mosè in Egitto. RossiniUna voce poco fa. Rosina. Il barbiere di Siviglia. RossiniEn proie à la tristesse. La Comtesse. Le comte Ory. Rossini
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La cambiale di matrimonio (1810) L'equivoco stravagante (1811) L'inganno felice (1812) Ciro in Babilonia (1812) La scala di seta (1812) Demetrio e Polibio (1812) La pietra del paragone (1812) L'occasione fa il ladro (1812) Il signor Bruschino (1813) Tancredi (1813) L'italiana in Algeri (1813) Aureliano in Palmira (1813) Il turco in Italia (1814) Sigismondo (1814) Elisabetta, regina d'Inghilterra (1815) Torvaldo e Dorliska (1815) Il barbiere di Siviglia (1816) La Gazzetta (1816) Otello (1816) La Cenerentola (1817) La gazza ladra (1817) Armida (1817) Adelaide di Borgogna (1817) Mosè in Egitto (1818) Adina (1818) Ricciardo e Zoraide (1818) Ermione (1819) Eduardo e Cristina (1819) La donna del lago (1819) Bianca e Falliero (1819) Maometto secondo (1820) Matilde di Shabran (1821) Zelmira (1822) Semiramide (1823) Il Viaggio a Reims (1825) Le siège de Corinthe (1826) Moïse et Pharaon (1827) Le comte Ory (1828) Guillaume Tell (1829)
Guilherme Tell (Francês: Guillaume Tell; Alemão: Wilhelm Tell; Inglês: William Tell; Italiano: Guglielmo Tell) é uma ópera em quatro actos do compositor italiano Gioachino Rossini, com um libreto em francês de Etienne de Jouy e Hippolyte Bis feito a partir da peça Wilhelm Tell, do dramaturgo alemão Friedrich Schiller. Baseada na lenda de Guilherme Tell, esta ópera foi a última do compositor, embora ele tenha vivido quase mais quarenta anos depois de sua apresentação. A Abertura de Guilherme Tell, com seu célebre finale, é uma obra importante no repertório de concertos e gravações operísticas.
Embora tenha sido encenada pela primeira vez pela Opéra de Paris, na Salle Le Peletier, em 3 de agosto de 1829, a duração da obra, cerca de quatro horas de música, bem como suas exigências impostas ao elenco, como o registro alto exigido para o tenor, contribuíram para a dificuldade de produzi-la. Costuma sofrer grandes cortes quando é encenada, e suas apresentações já foram feitas tanto em francês quanto ao italiano.
Na Itália foi muito visada pelos censores, por glorifica uma figura revolucionária que combate as autoridades, e o número de suas apresentações no país era limitado. O Teatro San Carlo produziu a ópera em 1833, porém não a encenou novamente por cerca de 50 anos. A primeira produção de Veneza, no Teatro La Fenice, só ocorreu em 1856. Por outro lado, em Viena, apesar dos problemas de censura existentes, a Ópera da Corte de Viena a encenou 422 vezes entre os anos de 1830 e 1907 Com o nome de Hofer, ou o Tell do Tyrol, a ópera foi encenada pela primeira vez em Londres em 1 de maio de 1830. Em Nova York sua primeira apresentação foi realizada em 19 de setembro de 1831.
Atualmente a ópera é lembrada por sua overture. Seu final enérgico foi muito reproduzido no rádio e televisão.
Local: Suíça
Período: Século XIV
É o dia do Festival Shepherd, em Maio, perto do Lago Lucerne. Pela tradição, os casais vão na celebração. Arnold se excluiu deste privilégio, pois está dividido entre o amor ao seu país e seu amor por Mathilde. Trombetas interrompem o festival, o Governador Austríaco Gesler chega a cidade. Um dos soldados de Gesler atenta contra a filha de Leuthold e Leuthold o mata para defendê-la. Ele deseja escapar, e o lago é a única rota. William Tell oferece assistencia. Leuthold tenta escapar com a ajuda de Tell, mas foi pego e tornou-se prisioneiro.
Arnold e Mathilde se encontram no lago. Tell e Walter chegam e informam que Gesler ordenou a execução de Melchtal. Arnold quer vingança. Arnold, Tell e Walter fazem um juramento de livrar a Suíça.
É o dia do centésimo aniversário da realeza na Suíça. Tem comemorações. Tell chega com seu filho Jemmy. Gesler reconheceu Tell como o homem que salvou Leuthold e quer que ele seja punido. Ele ordena que Tell acerte uma maça na cabeça de Jemmy. Tell acerta a maça com sucesso e diz para Gesler que ele falhou. Gesler ordena que Tell seja preso.
Um rebelde chega e a batalha começa. Tell mata Gesler com uma facada no peito. Mathilde e Arnold acabam a ópera com seu amor.