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Ária: Di tanti palpiti

Compositor: Rossini Gioachino

Ópera: Tancredi

Papel: Tancredi (Meio)

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Oh patria! dolce, e ingrata patria!
alfine a te ritorno!
Io ti saluto,
o cara terra degli avi miei : ti bacio.
E questo per me giorno sereno :
comincia il cor a respirarmi in seno.
Amenaide! o mio pensier soace,
solo de' miei sospir,
de' voti miei celeste oggetto,
io venni alfin : io voglio,
sfidando il mio destin,
qualunque sia, meritarti,
o perir, anima mia.

Tu che accendi questo core,
tu che desti il valor mio,
alma gloria, dolce amore,
secondate il bel desio,
cada un empio traditore,
coronate la mia fà .

Di tanti palpiti, di tante pene,
da te mio bene, spero mercà .
Mi rivedrai... ti rivedrà ...
ne' tuoi bei rai mi pascero.
Deliri, sospiri...
accenti, contenti!
Sarà  felice, il cor mel dice,
il mio destino vicino a te.
Fra questi luoghi barbari. Isabella. L'italiana in Algeri. RossiniQuel furbarel d'amore. Rosalia. L'equivoco stravagante. RossiniTu che I miseri conforti. Isaura. Tancredi. RossiniPerche turbar la calma. Tancredi. Tancredi. RossiniNon mi lagno che il mio bene. Publia. Aureliano in Palmira. RossiniAmici, in ogni evento…Pensa alla patria. Isabella. L'italiana in Algeri. RossiniGuisto Ciel, in tal periglio. Anna. Maometto II. RossiniDove son io…Ah! che scordar non so. Tancredi. Tancredi. RossiniIl vecchiotto cerca moglie. Berta. Il barbiere di Siviglia. RossiniCruda sorte. Isabella. L'italiana in Algeri. Rossini
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La cambiale di matrimonio (1810) L'equivoco stravagante (1811) L'inganno felice (1812) Ciro in Babilonia (1812) La scala di seta (1812) Demetrio e Polibio (1812) La pietra del paragone (1812) L'occasione fa il ladro (1812) Il signor Bruschino (1813) Tancredi (1813) L'italiana in Algeri (1813) Aureliano in Palmira (1813) Il turco in Italia (1814) Sigismondo (1814) Elisabetta, regina d'Inghilterra (1815) Torvaldo e Dorliska (1815) Il barbiere di Siviglia (1816) La Gazzetta (1816) Otello (1816) La Cenerentola (1817) La gazza ladra (1817) Armida (1817) Adelaide di Borgogna (1817) Mosè in Egitto (1818) Adina (1818) Ricciardo e Zoraide (1818) Ermione (1819) Eduardo e Cristina (1819) La donna del lago (1819) Bianca e Falliero (1819) Maometto secondo (1820) Matilde di Shabran (1821) Zelmira (1822) Semiramide (1823) Il Viaggio a Reims (1825) Le siège de Corinthe (1826) Moïse et Pharaon (1827) Le comte Ory (1828) Guillaume Tell (1829)
Tancredi é um melodrama heroico (melodramma eroico) (ópera-séria) dividido em dois atos, com música de Gioachino Rossini e libreto de Gaetano Rossi. Rossi escreveu o libreto como adaptação da tragédia homônima (Tancrèdes) de Voltaire. A estreia da ópera se deu em 6 de fevereiro de 1813, no teatro La Fenice, em Veneza. Porém, devido a indisposição dos cantores que interpretavam os dois papéis principais, a récita foi interrompida na metade do segundo ato. A obra completa só foi apresentada em 11 de fevereiro daquele ano. A abertura, emprestada de La pietra del paragone é frequentemente interpretada em concerto e gravada, e constitui-se um dos exemplos mais populares do estilo característico de Rossini. Stendhal, primeiro biógrafo de Rossini, a considerava como "grande dentre as obras-primas do compositor", e descreveu-a como "um verdadeiro trovão num céu claro e azul para a cena lírica italiana". O libretista Gaetano Rossi disse que, com isso, "Rossini alcançou a glória". Richard Osborne proclama esta como "sua ópera-séria plenamente desenvolvida, e que estabeleceu-o, mais ou menos instantaneamente, como o principal compositor de ópera contemporânea da Itália".
A versão original possui um final feliz, como requere a tradição da ópera-séria. Porém, logo após a estreia em Veneza, Rossini - que, como nota Servadio, era mais neo-clássico do que romântico - pediu ao poeta Luigi Lechi que retrabalhasse o libreto a fim de emular o final trágico original de Voltaire. Neste novo final, apresentado em 21 de março de 1813 no Teatro Comunale em Ferrara, Tancredi vence a batalha, porém, é mortalmente ferido, e só então descobre que Amenaide jamais o traíra. Argirio casa os dois amantes a tempo de Tancredi morrer nos braços de sua esposa.
Conforme declarado por Philip Gosset e Patricia Brauner, foi a redescoberta da partitura deste final em 1974 (embora Gosset em outro lugar apresente evidência de que foi em 1976) que resultou na versão que usualmente se apresenta hoje.
Tancredi foi composta na Vila Pliniana, e, como outras óperas de Rossini, foi composta em curto tempo (três meses e meio).