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Ária: No, che il morir non é

Compositor: Rossini Gioachino

Ópera: Tancredi

Papel: Amenaide (Soprano)

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Di mia vita infelice eccomi dunque alfin!
moro, Tancredi, io per te moro,
e tu infedel mi credi!
Di mie sventure, di mie pene
è questa la più amara, e funesta;
e il padre, oh Dio!
povero padre!
Perfida figlia! mi chiamavi, piangendo :
ah! rea non sono, no.
Ma pur de' rei questo è il feral soggiorno;
e della colpa, e dell'infamia intorno tutto spira l'orror.
Di ceppi avvinta, circondata da mostri...
orribil morte...e agl'innocenti serbi,
oh ciel, tal sorte!

No, che il morir non è sì barbaro per me,
se moro per amor, se moro pel mio ben.
Un dì conoscerà  la fà  di questo cor.
forse pentito allor, col pianto verserà 
qualche sospir dal sen.
Di piacer mi balza il cor. Ninetta. La gazza ladra. RossiniSombre foret. Mathilde. Guillaume Tell. RossiniAh! d'un' afflitta il duolo. Siniade. Mosè in Egitto. RossiniIn seno alla tristezza. La Contessa Adele di Formoutiers. Le comte Ory. RossiniAmi alfin? E chi non ama?. Matilde. Matilde di Shabran. RossiniAh donate il caro sposo. Sofia. Il signor Bruschino. RossiniUna voce poco fa. Rosina. Il barbiere di Siviglia. RossiniSempre teco ognor contenta. Lisinga. Demetrio e Polibio. RossiniVorrei spiegarvi il giubilo. Fanny. La cambiale di matrimonio. RossiniPour notre amour…Sur la rive étrangère. Mathilde. Guillaume Tell. Rossini
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La cambiale di matrimonio (1810) L'equivoco stravagante (1811) L'inganno felice (1812) Ciro in Babilonia (1812) La scala di seta (1812) Demetrio e Polibio (1812) La pietra del paragone (1812) L'occasione fa il ladro (1812) Il signor Bruschino (1813) Tancredi (1813) L'italiana in Algeri (1813) Aureliano in Palmira (1813) Il turco in Italia (1814) Sigismondo (1814) Elisabetta, regina d'Inghilterra (1815) Torvaldo e Dorliska (1815) Il barbiere di Siviglia (1816) La Gazzetta (1816) Otello (1816) La Cenerentola (1817) La gazza ladra (1817) Armida (1817) Adelaide di Borgogna (1817) Mosè in Egitto (1818) Adina (1818) Ricciardo e Zoraide (1818) Ermione (1819) Eduardo e Cristina (1819) La donna del lago (1819) Bianca e Falliero (1819) Maometto secondo (1820) Matilde di Shabran (1821) Zelmira (1822) Semiramide (1823) Il Viaggio a Reims (1825) Le siège de Corinthe (1826) Moïse et Pharaon (1827) Le comte Ory (1828) Guillaume Tell (1829)
Tancredi é um melodrama heroico (melodramma eroico) (ópera-séria) dividido em dois atos, com música de Gioachino Rossini e libreto de Gaetano Rossi. Rossi escreveu o libreto como adaptação da tragédia homônima (Tancrèdes) de Voltaire. A estreia da ópera se deu em 6 de fevereiro de 1813, no teatro La Fenice, em Veneza. Porém, devido a indisposição dos cantores que interpretavam os dois papéis principais, a récita foi interrompida na metade do segundo ato. A obra completa só foi apresentada em 11 de fevereiro daquele ano. A abertura, emprestada de La pietra del paragone é frequentemente interpretada em concerto e gravada, e constitui-se um dos exemplos mais populares do estilo característico de Rossini. Stendhal, primeiro biógrafo de Rossini, a considerava como "grande dentre as obras-primas do compositor", e descreveu-a como "um verdadeiro trovão num céu claro e azul para a cena lírica italiana". O libretista Gaetano Rossi disse que, com isso, "Rossini alcançou a glória". Richard Osborne proclama esta como "sua ópera-séria plenamente desenvolvida, e que estabeleceu-o, mais ou menos instantaneamente, como o principal compositor de ópera contemporânea da Itália".
A versão original possui um final feliz, como requere a tradição da ópera-séria. Porém, logo após a estreia em Veneza, Rossini - que, como nota Servadio, era mais neo-clássico do que romântico - pediu ao poeta Luigi Lechi que retrabalhasse o libreto a fim de emular o final trágico original de Voltaire. Neste novo final, apresentado em 21 de março de 1813 no Teatro Comunale em Ferrara, Tancredi vence a batalha, porém, é mortalmente ferido, e só então descobre que Amenaide jamais o traíra. Argirio casa os dois amantes a tempo de Tancredi morrer nos braços de sua esposa.
Conforme declarado por Philip Gosset e Patricia Brauner, foi a redescoberta da partitura deste final em 1974 (embora Gosset em outro lugar apresente evidência de que foi em 1976) que resultou na versão que usualmente se apresenta hoje.
Tancredi foi composta na Vila Pliniana, e, como outras óperas de Rossini, foi composta em curto tempo (três meses e meio).