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Ária: Addio del passato

Compositor: Verdi Giuseppe

Ópera: La traviata

Papel: Violetta Valery (Soprano)

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VIOLETTA
Nulla occorrà... sollecita, se puoi

VIOLETTA
Trae dal seno una lettera
"Teneste la promessa... la disfida
Ebbe luogo! il barone fu ferito,
Però migliora Alfredo
È in stranio suolo; il vostro sacrifizio
Io stesso gli ho svelato;
Egli a voi tornerà pel suo perdono;
Io pur verrò. Curatevi... meritate
Un avvenir migliore. -
Giorgio Germont".
desolata
È tardi!
Si alza
Attendo, attendo né a me giungon mai! . . .
Si guarda allo specchio
Oh, come son mutata!
Ma il dottore a sperar pure m'esorta!
Ah, con tal morbo ogni speranza è morta.
Addio, del passato bei sogni ridenti,
Le rose del volto già son pallenti;
L'amore d'Alfredo pur esso mi manca,
Conforto, sostegno dell'anima stanca
Ah, della traviata sorridi al desio;
A lei, deh, perdona; tu accoglila, o Dio,
Or tutto finì.
Le gioie, i dolori tra poco avran fine,
La tomba ai mortali di tutto è confine!
Non lagrima o fiore avrà la mia fossa,
Non croce col nome che copra quest'ossa!
Ah, della traviata sorridi al desio;
A lei, deh, perdona; tu accoglila, o Dio.
Or tutto finì!
E strano! e strano!. Violetta Valery. La traviata. VerdiNon so le tetre immagini. Medora. Il corsaro. VerdiTutte le feste al tempio. Gilda. Rigoletto. VerdiTu del mio Carlo al seno. Amalia. I masnadieri. VerdiPace, pace mio Dio!. Leonora. La forza del destino. VerdiNon, non votre rage. Hélène. Jérusalem. VerdiCarlo vive? O caro accento. Amalia. I masnadieri. VerdiTu al cui sguardi onni possente... La clemenza! s'aggiunge lo scherno. Lucrezia Contarini. I due Foscari. VerdiLa luce langue. Lady Macbeth. Macbeth. VerdiNell'ora soave. Maria Boccanegra. Simon Boccanegra. Verdi
Wikipedia
La traviata (em português significa figurativamente, "A mulher caída") é uma ópera em quatro cenas (três ou quatro atos) de Giuseppe Verdi com libreto de Francesco Maria Piave. Foi baseada no romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho. Estreou a 6 de março de 1853 no Teatro La Fenice, em Veneza.
Oberto, Conte di San Bonifacio (1839) Un giorno di regno (1840) Nabucco (1842) I Lombardi alla prima crociata (1843) Ernani (1844) I due Foscari (1844) Giovanna d'Arco (1845) Alzira (1845) Attila (1846) Macbeth (1847) I masnadieri (1847) Jérusalem (1847) Il corsaro (1848) La battaglia di Legnano (1849) Luisa Miller (1849) Stiffelio (1850) Rigoletto (1851) Il trovatore (1853) La traviata (1853) Les vêpres siciliennes (1855) Simon Boccanegra (1857) Aroldo (1857) Un ballo in maschera (1859) La forza del destino (1862) Don Carlos (1867) Aïda (1871) Otello (1887) Falstaff (1893)
É noite de festa na casa da cortesã Violetta Valéry. Violetta, prometida ao Barão Douphol, é apresentada pelo seu amigo Gastone de Letorières a Alfredo Germont. Gastone conta que ele já conhecia Violetta há algum tempo e a amava em segredo. Alfredo, então, fazendo um brinde a Violetta, declara-lhe o seu amor.
Violetta responde a Alfredo que, sendo uma mulher mundana, não sabe amar e que só lhe poderia oferecer a amizade, sendo que Alfredo deveria procurar outra mulher. Mas ainda assim, Violetta oferece-lhe uma rosa que carrega entre os seios e pede-lhe que volte no dia seguinte. Após a festa, Violetta permanece só e começa a dar-se conta do quão profundamente lhe tocaram as palavras de Alfredo, um amor que ela jamais conheceu anteriormente.
Violetta e Alfredo iniciam um relacionamento amoroso e vão morar em uma casa de campo, nos arredores de Paris. Aninna, a criada de Violetta, conta a Alfredo que Violetta tem ido constantemente a Paris vender seus bens, para suportar as despesas da casa de campo.
Giorgio Germont, o pai de Alfredo, visita Violetta e suplica-lhe que abandone Alfredo para sempre. Giorgio conta-lhe sobre a sua família e especialmente a sua filha, em Provença, e acredita que ver Alfredo envolvido com uma mulher mundana destruiria a sua reputação.
Contrariada, Violetta atende às súplicas de Giorgio e sela um envelope endereçado a Alfredo. Violetta parte para uma festa na casa da sua amiga Flora Bervoix e Alfredo lê a carta. Desconfiado de que Violetta possa tê-lo traído, Alfredo vai até a casa de Flora para se vingar.
A festa tem início com um grupo de mascarados que lhes proporcionam um divertimento. Alfredo chega a festa e logo de seguida chega Violetta Valery acompanhada pelo Barão Duphol. Alfredo começa a jogar com o Barão e ganha. No momento em que o jantar é servido, Violetta e Alfredo permanecem a sós no salão e Alfredo força-a a confessar a verdade. Violetta, mentindo, diz amar o barão. Furioso, Alfredo convoca todos para o salão e atira à cara de Violetta todo o dinheiro ganho no jogo e desafia Douphol para um duelo. Violetta desmaia, Alfredo é reprimido por todos e a festa termina.
Violetta está doente e empobrecida, depois de se desfazer de todos os bens. Tomada pela tuberculose, recebe cartas de vários amigos e uma, em especial, chama-lhe a atenção. É de Giorgio Germont, arrependido por ter colocado Violetta contra Alfredo.
Giorgio e Alfredo visitam Violetta, e reconciliam-se. Violetta e Alfredo começam a fazer planos de vida para depois da recuperação de Violetta. No entanto, Violetta está muito debilitada fisicamente e começa a sentir o corpo ceder. Entrega a Alfredo um retrato seu e avisa-o para que o entregue à próxima mulher por quem ele se apaixonar. Violetta sente os espasmos da dor cessarem, mas em seguida expira.
Em Portugal a obra estreou em 28 de Fevereiro de 1855 no Real Theatro de São João, atual Teatro Nacional de São João, no Porto.