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Ária: Lunge da lei

Compositor: Verdi Giuseppe

Ópera: La traviata

Papel: Alfredo Germont (Tenor)

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Casa di campagna presso Parigi. Salotto terreno. Nel fondo in faccia agli spettatori, è un camino, sopra il quale uno specchio ed un orologio, fra due porte chiuse da cristalli che mettono ad un giardino. Al primo piano, due altre porte, una di fronte all'altra. Sedie, tavolini, qualche libro, l'occorrente per scrivere.

ALFREDO
deponendo il fucile
Lunge da lei per me non v'ha diletto!
Volaron già tre lune
Dacché la mia Violetta
Agi per me lasciò, dovizie, onori,
E le pompose feste
Ove, agli omaggi avvezza,
Vedea schiavo ciascun di sua bellezza
Ed or contenta in questi ameni luoghi
Tutto scorda per me. Qui presso a lei
Io rinascer mi sento,
E dal soffio d'amor rigenerato
Scordo ne' gaudii suoi tutto il passato.

De' miei bollenti spiriti
Il giovanile ardore
Ella temprò col placido
Sorriso dell'amore!
Dal dì che disse: vivere
Io voglio a te fedel,
Dell'universo immemore
Io vivo quasi in ciel.

La fatal pietra sovra me si chiuse. Radamès. Aida. VerdiQuale al più fido amico. Carlo VII. Giovanna d'Arco. VerdiVidi dovunque gemere. Stiffelio. Stiffelio. VerdiPietoso al lungo pianto… Deh lasciate a un alma amante. Edoardo. Un giorno di regno. VerdiSotto il sol di Siria ardente. Aroldo. Aroldo. VerdiLe brise souffle au loin (La brezza aleggia intorno). Henri (Arrigo). Les vêpres siciliennes. VerdiQuesta o quella. The Duke of Mantua. Rigoletto. VerdiRecit....O tu che in seno agli angeli. Don Alvaro. La forza del destino. VerdiDal più remoto esilio... Odio solo ed odio atroce. Jacopo Foscari. I due Foscari. VerdiDi qua varcando sul primo albore. Stiffelio. Stiffelio. Verdi
Wikipedia
La traviata (em português significa figurativamente, "A mulher caída") é uma ópera em quatro cenas (três ou quatro atos) de Giuseppe Verdi com libreto de Francesco Maria Piave. Foi baseada no romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho. Estreou a 6 de março de 1853 no Teatro La Fenice, em Veneza.
Oberto, Conte di San Bonifacio (1839) Un giorno di regno (1840) Nabucco (1842) I Lombardi alla prima crociata (1843) Ernani (1844) I due Foscari (1844) Giovanna d'Arco (1845) Alzira (1845) Attila (1846) Macbeth (1847) I masnadieri (1847) Jérusalem (1847) Il corsaro (1848) La battaglia di Legnano (1849) Luisa Miller (1849) Stiffelio (1850) Rigoletto (1851) Il trovatore (1853) La traviata (1853) Les vêpres siciliennes (1855) Simon Boccanegra (1857) Aroldo (1857) Un ballo in maschera (1859) La forza del destino (1862) Don Carlos (1867) Aïda (1871) Otello (1887) Falstaff (1893)
É noite de festa na casa da cortesã Violetta Valéry. Violetta, prometida ao Barão Douphol, é apresentada pelo seu amigo Gastone de Letorières a Alfredo Germont. Gastone conta que ele já conhecia Violetta há algum tempo e a amava em segredo. Alfredo, então, fazendo um brinde a Violetta, declara-lhe o seu amor.
Violetta responde a Alfredo que, sendo uma mulher mundana, não sabe amar e que só lhe poderia oferecer a amizade, sendo que Alfredo deveria procurar outra mulher. Mas ainda assim, Violetta oferece-lhe uma rosa que carrega entre os seios e pede-lhe que volte no dia seguinte. Após a festa, Violetta permanece só e começa a dar-se conta do quão profundamente lhe tocaram as palavras de Alfredo, um amor que ela jamais conheceu anteriormente.
Violetta e Alfredo iniciam um relacionamento amoroso e vão morar em uma casa de campo, nos arredores de Paris. Aninna, a criada de Violetta, conta a Alfredo que Violetta tem ido constantemente a Paris vender seus bens, para suportar as despesas da casa de campo.
Giorgio Germont, o pai de Alfredo, visita Violetta e suplica-lhe que abandone Alfredo para sempre. Giorgio conta-lhe sobre a sua família e especialmente a sua filha, em Provença, e acredita que ver Alfredo envolvido com uma mulher mundana destruiria a sua reputação.
Contrariada, Violetta atende às súplicas de Giorgio e sela um envelope endereçado a Alfredo. Violetta parte para uma festa na casa da sua amiga Flora Bervoix e Alfredo lê a carta. Desconfiado de que Violetta possa tê-lo traído, Alfredo vai até a casa de Flora para se vingar.
A festa tem início com um grupo de mascarados que lhes proporcionam um divertimento. Alfredo chega a festa e logo de seguida chega Violetta Valery acompanhada pelo Barão Duphol. Alfredo começa a jogar com o Barão e ganha. No momento em que o jantar é servido, Violetta e Alfredo permanecem a sós no salão e Alfredo força-a a confessar a verdade. Violetta, mentindo, diz amar o barão. Furioso, Alfredo convoca todos para o salão e atira à cara de Violetta todo o dinheiro ganho no jogo e desafia Douphol para um duelo. Violetta desmaia, Alfredo é reprimido por todos e a festa termina.
Violetta está doente e empobrecida, depois de se desfazer de todos os bens. Tomada pela tuberculose, recebe cartas de vários amigos e uma, em especial, chama-lhe a atenção. É de Giorgio Germont, arrependido por ter colocado Violetta contra Alfredo.
Giorgio e Alfredo visitam Violetta, e reconciliam-se. Violetta e Alfredo começam a fazer planos de vida para depois da recuperação de Violetta. No entanto, Violetta está muito debilitada fisicamente e começa a sentir o corpo ceder. Entrega a Alfredo um retrato seu e avisa-o para que o entregue à próxima mulher por quem ele se apaixonar. Violetta sente os espasmos da dor cessarem, mas em seguida expira.
Em Portugal a obra estreou em 28 de Fevereiro de 1855 no Real Theatro de São João, atual Teatro Nacional de São João, no Porto.