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Ária: Les oiseaux dans la charmille (The Doll Song)

Compositor: Offenbach Jacques

Ópera: Les contes d'Hoffmann

Papel: Olympia (Soprano)

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Les oiseaux dans la charmille
Dans les cieux l'astre du jour,
Tout parle à  la jeune fille d'amour!
Ah! Voilà  la chanson gentille
La chanson d'Olympia! Ah!

Tout ce qui chante et résonne
Et soupire, tour à  tour,
Emeut son coeur qui frissonne d'amour!
Ah! Voilà  la chanson mignonne
La chanson d'Olympia! Ah!
Conduisez moi vers celui que j'adore. Edwige. Robinson Crusoé. OffenbachTon était un danseur ingambe. Suzanne. Robinson Crusoé. OffenbachV' la z'encor' de drôl's de jeunesses. Boulotte. Barbe-bleue. OffenbachUn soir, nous nous rencontrâmes. Suzanne. Madame Favart. OffenbachJe suis une femme que sais le passé. La bohémienne. Geneviève de Brabant. OffenbachEn couronnes tressons les roses. Oreste. La belle Hélène. OffenbachMa mère aux vignes m'envoyit. Madame Favart. Madame Favart. OffenbachNous possédons l'art merveilleux. Boulotte. Barbe-bleue. OffenbachPrenez les grappes empourprées. Stella. La fille du tambour-major. OffenbachA l'heure où la nuit profonde. Isoline. Geneviève de Brabant. Offenbach
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Les contes d'Hoffmann (Os Contos de Hoffmann) é uma ópera de Jacques Offenbach, com libreto escrito por Jules Barbier, baseado em três contos de E.T.A. Hoffmann, que é ele próprio um dos personagens da obra. Teve a sua estreia em Paris, na Opéra-Comique, em 10 de fevereiro de 1881.
Barbier e Michel Carré tinham composto anteriormente Les contes d'Hoffmann fantastiques, que foi produzido no Teatro Odéon em Paris em 1851, e que Offenbach tinha visto. Depois de voltar da América, em 1876 ele descobriu que Barbier tinha adaptado a composição e ela estava sendo executada por Hector Salomon na Ópera. Salomon entregou o projeto para Offenbach. O trabalho avançou lentamente, interrompido pela composição de obras mais leves e rentáveis. O próprio Offenbach teve uma premonição de que iria morrer antes de sua conclusão. Ele continuou a trabalhar na ópera durante 1880, participando de alguns ensaios, mas morreu em 5 de outubro com o manuscrito na mão quatro meses antes da abertura. Pouco antes de morrer, ele havia escrito para Léon Carvalho: "Apresse-se e encene minha ópera. Não me resta muito tempo e meu único desejo é participar da noite de abertura".
A mais famosa ária da ópera é a "barcarola" (Belle nuit, ô nuit d'amour), que é realizada no 3º Ato. Curiosamente, a ária não foi escrita para Os Contos de Hoffmann. Ela é uma ghost-song na ópera Les fées du Rhin, que estreou em Viena em 8 de fevereiro de 1864 como Die Rheinnixen.
A barcarola foi incorporada em muitos filmes, incluindo A Vida é Bela e Titanic.