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Ária: Nein! Lasst ihn unenthüllt

Compositor: Wagner Richard

Ópera: Parsifal

Papel: Amfortas (Barítono)

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Nein! Lasst ihn unenthüllt! Oh!
Dass keiner, keiner diese Qual ermisst,
die mir der Anblick weckt, der euch entzueckt!
Was ist die Wunde, ihrer schmerzen Wut,
gegen die Not, die Hoellenpein,
zu diesem Amt - verdammt zu sein!
Wehvolles Erbe, dem ich verfallen,
ich, einz'ger Suender unter allen,
des hoechtsten Heiligtums zu pflegen,
auf Reine herabzuflehen seinem Segen!
O Strafe, Strafe ohnegleichen
des - ach! - gekraenkten Gnadenreichen! -
Nach ihm, nach seinem Weihegrusse,
muss sehnlich mich's verlangen;
aus tiefster Seele Heilesbusse
zu ihm muss ich gelangen.
Die Stunde naht;
ein Lichtstral senkt sich auf das heilige Werk;
die Huelle faellt.
Des Weihgefaesses goettlicher Gehalt
erglueht mit leuchtender Gewalt;
durchzuckt von seligsten Genusses Schmerz,
des heiligsten Blutes Quell
fuehl' ich sie giessen in mein Herz;
des eig'nen suendigen Blutes Gewell'
in wahnsinniger Flucht
muss mir zurueck dann fliessen,
in die Welt der Suendensucht
mit wilder Scheu sich ergiessen;
von neuem springt es das Tor,
daraus es nun stroemt hervor,
hier, durch die Wunde, der seinem gleich,
geschlagen von desselben Speeres Streich,
der dort dem Erloeser die Wunde stach,
aus der mit blut'gen Traenen
der Goettliche weint' ob der Menschheit Schmach,
in Mitleids heiligem Sehnen -
und aus der nun mir, an heiligster Stelle,
dem Pfleger goettlischer Gueter,
des Erloesungsbalsams Hueter,
das heisse Suendenblut entquillt,
ewig erneut ausd des Sehnens Quelle,
das, ach! Keine Buessung je mir stillt!
Erbarmen! Erbarmen!
Du Allerbarmer! Ach, Erbarmen!
Nimm mir mein Erbe,
schliesse die Wunde,
dass heilig ich sterbe,
rein Dir gesunde!
Brünnhild' die hehrste frau. Gunther. Götterdämmerung. WagnerBlick' ich umher. Wolfram von Eschenbach. Tannhäuser und der Sängerkrieg aus Wartburg. WagnerHeda! Heda, Hedo!. Donner. Das Rheingold. WagnerWas duftet doch der Flieder. Hans Sachs. Die Meistersinger von Nürnberg. WagnerLeb' wohl (Wotan's Farewell). Wotan. Die Walküre. WagnerO du mein holder Abendstern - Song of the Evening Star. Wolfram von Eschenbach. Tannhäuser und der Sängerkrieg aus Wartburg. WagnerDu bist nicht. Wanderer (Wotan). Siegfried. WagnerHieher! Dorthin! Hehe! Hoho!. Alberich. Das Rheingold. WagnerJerum! Jerum! Hallahallohe! (Schusterlied). Hans Sachs. Die Meistersinger von Nürnberg. WagnerWahn! Wahn! Uberall Wahn!. Hans Sachs. Die Meistersinger von Nürnberg. Wagner
Wikipedia
Parsifal (WWV 111) é uma ópera de três atos com música e libreto do compositor alemão Richard Wagner. Estreou no Bayreuth Festspielhaus em Bayreuth no mês de julho de 1882. É vagamente baseada em Parzival, atribuído a Wolfram von Eschenbach, um poema épico do século 13 do cavaleiro arturiano Parzival (Percival) e sua busca pelo Santo Graal (século XII).
Wagner concebeu o trabalho pela primeira vez em abril de 1857, mas não o concluiu até vinte e cinco anos depois. Foi sua última ópera completa e, ao compor, aproveitou a particular acústica de seu Bayreuth Festspielhaus. Parsifal foi apresentada pela primeira vez no segundo Festival de Bayreuth em 1882. O Festival de Bayreuth manteve o monopólio das produções de Parsifal até 1903, quando a ópera foi apresentada no Metropolitan Opera, em Nova York.
Wagner descreveu Parsifal não como uma ópera, mas como Ein Bühnenweihfestspiel (Um Festival para a Consagração do Palco). Em Bayreuth surgiu uma tradição de que não haveria aplausos após o primeiro ato da ópera.
A grafia de Parsifal feita por Wagner em vez do Parzival que ele usou até 1877 é informada por uma etimologia errônea do nome Percival derivando-a de uma origem supostamente persa, Fal Parsi significando "tolo puro".
A ópera se passa nas legendárias colinas do Monte Salvat, na Espanha, onde vive uma fraternidade de cavaleiros do Santo Graal. O mago negro Klingsor teria construído um jardim mágico povoado com mulheres que, com seus perfumes e trejeitos, seduziriam os cavaleiros e faria com que eles quebrassem seus votos de castidade, e teria ferido Amfortas, rei do Graal, com a lança que perfurou o flanco de Cristo, e todas as vezes em que Amfortas olha em direção ao Graal sente a ferida arder. Tal redenção só poderia ser realizada por um "inocente casto" (significado da palavra "Parsifal"). Este, em sua primeira aparição na ópera, surge ferindo um dos cisnes que purificavam a água do banho de Amfortas, e a todas as perguntas que os cavaleiros lhe fazem responde dizendo que não sabe de nada, nem ao menos seu nome.
Parsifal atravessa o jardim mágico de Klingsor e é seduzido pela amazona Kundry, que ora é uma fiel serva do Graal, ora é escrava de Klingsor. Ao beijá-la, sente os estigmas das feridas que afligiam Amfortas e, quando Klingsor atira a lança contra ele, a lança dá a volta em seu corpo, e todo o castelo mágico é destruído. Tempos depois, tendo os cavaleiros se convencido de que ele é o "inocente casto" que faria a salvação, Parsifal cura as feridas de Amfortas e o destrona, assumindo a nova condição de rei do Graal.