Arias
Duos...
Óperas
Cantatas
Compositoras
Switch to English

Ária: Nemico della Patria

Compositor: Giordano Umberto

Ópera: Andrea Chénier

Papel: Charles Gérard (Barítono)

Descarga música impresa gratis: "Nemico della Patria" PDF
Gérard riprende la penna; riflette.

GÉRARD
Nemico della Patria?!
È vecchia fiaba che beatamente
ancor la beve il popolo.
scrive ancora
Nato a Costantinopoli? Straniero!
Studiò a Saint Cyr? Soldato!
riflette ancora, poi trionfante d'una idea subito balenatagli scrive rapidamente
Traditore! Di Dumouriez un complice!
E poeta? Sovvertitor di cuori
e di costumi!
a quest'ultima accusa diventa pensoso e gli si riempiono gli occhi di lacrime; si alza e passeggia lentamente

Un dì m'era di gioia
passar fra gli odi e le vendette,
puro, innocente e forte.
Gigante mi credea ...
Son sempre un servo!
Ho mutato padrone.
Un servo obbediente di violenta passione!
Ah, peggio! Uccido e tremo,
e mentre uccido io piango!
Io della Redentrice figlio,
pel primo ho udito il grido suo
pel mondo ed ho al suo il mio grido
unito... Or smarrita ho la fede
nel sognato destino?
Com'era irradiato di gloria
il mio cammino!
La coscienza nei cuor
ridestar delle genti,
raccogliere le lagrime
dei vinti e sofferenti,
fare del mondo un Pantheon,
gli uomini in dii mutare
e in un sol bacio,
e in un sol bacio e abbraccio
tutte le genti amar! etc.
Or io rinnego il santo grido!
Io d'odio ho colmo il core,
e chi così m'ha reso, fiera ironia
è l'amor!
con disperazione
Sono un voluttuoso!
Ecco il novo padrone: il Senso!
Bugia tutto!
Sol vero la passione!
vedendo ritornare presso a lui l'Incredibile firma

L'INCREDIBILE
Sta bene!
Ove trovarti se ...

GÉRARD
interrompendo
Qui resto.
Compiacente a' colloqui del cicisbeo . . . Son sessant'anni. Charles Gérard. Andrea Chénier. GiordanoEin Mädchen oder Weibchen. Papageno. A Flauta Mágica. MozartSagt, reis' ich. Gilfen. Die Abreise. d'AlbertMein Sehnen, mein Wähnen (Pierrot's Tanzlied). Fritz. Die tote Stadt. KorngoldAl tardar della vendetta o la scorda. Fenice. Deidamia. HändelLina pensai che un angelo...O gioia inesprimibile. Stankar. Stiffelio. VerdiSe al nuovo dì pugnando. Rolando. La battaglia di Legnano. VerdiQuelle priere de reconnaissance. Albert. Werther. MassenetHieher! Dorthin! Hehe! Hoho!. Alberich. Das Rheingold. WagnerIl balen del suo sorriso... Per me ora fatale. Il Conte di Luna. Il trovatore. Verdi
Wikipedia
Andrea Chénier é uma ópera em quatro atos do compositor verista Umberto Giordano, com um libretto italiano de Luigi Illica. A ópera é baseada na vida do poeta francês André Chénier (1762 - 1794), que foi executado durante a Revolução Francesa.
A primeira performance aconteceu no Teatro alla Scala em Milão no dia 28 de Março de 1896, with Evelina Carrera (soprano), Giuseppe Borgatti (tenor) e Mario Sammarco (barítono).
Outras estréias notáveis incluem:
Andrea Chénier se tornou popular, mas atualmente é menos representada em comparação a primeira parte do século XX. Uma das razões da ópera ser famosa é por causa do repertório musical lírico-dramático para o tenor. Giuseppe Borgatti triunfou com o papel-título na primeira performance.
Fora Borgatti, ouros tenores fizeram história com o papel de Chénier, como os tenores: Francesco Tamagno (que estudou o trabalho com Giordano), Giovanni Zenatello, Giovanni Martinelli, Aureliano Pertile, Francesco Merli, Beniamino Gigli, Giacomo Lauri-Volpi e Antonio Cortis. Enrico Caruso também interpretou Chénier em Londres, em 1907.
Franco Corelli, Richard Tucker e Mario del Monaco foram outros famosos intérpretes do título nas décadas de 1950 e 1960, enquanto José Carreras, Plácido Domingo, Luciano Pavarotti e Ben Heppner fizeram sucesso, em sua época.
A ópera contém quatro árias famosas para o tenor principal, que são: Un di All'auzzuro Spazio; Io non amato ancor; sì fui soltado e come un bel dì di maggio.
Nos arredores de Paris, por volta de 1789 e 1794
A ação acontece na vegetação do Castelo di Coigny. A Revolução Francesa está acontecendo na porta do castelo, mas a nobreza continua a ter uma vida feliz. Os serviçais da Condessa se preparam para o baile. Entre eles esta Gérard, que está indignado pelo seu pai, um homem idoso que sofre com os resultados dos anos de trabalho para os aristocrátas. Quando os convidados chegam, um típico coral pastoral, vestido como pastores, canta uma música rústica e o ballet representa uma história de amor rural. Entre os convidados se encontra o popular poeta Andrea Chénier. Quando a condessa se pede para improvissar ele se nega, mas quando sua irmã, Maddalena pede, ele o faz. Maddalena, flertando, sugere o tema amor, mas ele rapidamente canta sobre a miséria, o sofrimento dos pobres e sobre os nobres. Com exceção de Maddalena, todos os convidados se sentem ofendidos pelo ideais sociais e crenças de Chénier. Gérard aparece liderando um grupo de homens e mulheres humildes, que ordenam todos a abandonar o castelo. Ultrajado, Chénier os segue.
Chénier é agora um revolucionário e um homem procurado. Seu amigo Roucher o aconselha a partir e consegue um passaporte. Chénier está apaixonado por Maddalena e se nega a ir sem ela. Casualmente, Maddalena chega, abandonado sua família, com o desejo de se unir a Revolução. Andrea desfruta de sua companhia, até ser interrompido por Gérard, que também ama Maddalena. Duelam com espadas e Gérard sai ferido. Acreditando na sua morte, adverte Chénier sobre a fúria de seus inimigos e pede que salve Maddalena. Quando chegam pessoas uns minutos depois, Gérard lhes diz que não conhece seu atacante.
Gérard está recuperado e preside um tribunal revolucionário. Uma espiã anuncia a detenção de Chénier por atreverse a criticar a crueldade de Robespierre. É uma excelente oportunidade para vingar-se de seu rival e, punindo-o, ele coloca no fatal documento "É um inimigo do seu país?". Vacila por um momento, lembrando que foi um verso de Chénier que despertou seu patriotismo e agora, para satisfazer sua paixão, é capaz de sacrificar um amigo. A luta entre a honra e o desejo se expressa maravilhosamente com a música. Finalmente triunfa o desejo, e Gérard o firma com um gesto de cinismo.
Maddalena, cuja mãe já havia morrido, aparece na cena, se oferecendo para Gérard, para tentar salvar a vida de Chénier. Gérard então liberta Chénier.
Confinado na tristeza da prisão de San Lazzaro, Chénier espera a sua execução. Passa o tempo escrevendo versos expressando sua fé na verdade e na beleza.
Maddalena entra na prisão. Gérard a leva para ver Chénier. Os apaixonados tem um breve momento antes da última apelação, que falha. Finalmente, Chénier é executado. Incapaz de viver sem seu amado, Maddalena toma o lugar de uma condenada e morre, junto ao seu amor.