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Ária: Meco all'altar di Venere… Me protegge, me difende

Compositor: Bellini Vincenzo

Ópera: Norma

Papel: Pollione (Tenor)

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Son salvo...La mia canzon d'amore…Ad altro lato. Lord Arturo Talbot. I puritani. BelliniSprezzo, audace, il tuo furore. Lord Arturo Talbot. I puritani. BelliniCredeasi, misera. Lord Arturo Talbot. I puritani. BelliniNel furor delle tempeste. Gualtiero. Il pirata. BelliniÈ serbato, a questo acciaro. Tebaldo. I Capuleti e i Montecchi. BelliniA tanto duol…Ascolta, o padre. Fernando. Bianca e Fernando. BelliniVieni, vieni fra questa braccia. Lord Arturo Talbot. I puritani. BelliniAll'udir del padre afflitto… Odo il tuo pianto. Fernando. Bianca e Fernando. BelliniTu vedrai la sventurata. Gualtiero. Il pirata. BelliniA te, o cara, amor talora. Lord Arturo Talbot. I puritani. Bellini
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Norma é uma ópera trágica em dois atos, de Vincenzo Bellini, com libreto de Felice Romani, cuja estreia ocorreu no Teatro alla Scala, de Milão, no dia 26 de dezembro de 1831. Essa ópera é considerada o ponto alto da tradição do bel canto.
O papel principal (Norma) é geralmente avaliado como um dos mais difíceis do repertório de soprano. O papel foi criado para Giuditta Pasta, que também encarnou, pela primeira vez, o personagem Amina na ópera La sonnambula.
Durante o século XX, somente um pequeno número de cantoras foi capaz de desempenhar o papel de Norma com sucesso: Rosa Ponselle, no início da década dos anos 1920, depois Joan Sutherland, a partir da década de 1960, e Montserrat Caballé. Maria Callas é considerada a intérprete suprema do papel-título de Norma. Ela representou-o inúmeras vezes e gravou-o, em estúdio, em duas ocasiões, pelo selo EMI.
Em 13 de abril de 2013, o soprano italiano Mariella Devia debutou em Norma no Teatro Comunale di Bologna com uma recepção clamorosa do público.
Em 2013 e 2015, Cecilia Bartoli apresentou a Norma no Festival Whitsun de Salzburg. A versão de Bartoli é historicamente informada e procura ser fiel ao som e ao espírito originais dos primórdios do romantismo. Para a gravação, feita pelo estúdio Decca, foi usada a mais recente edição crítica da partitura de Bellini, meticulosamente restaurada a partir do manuscrito e de antigas fontes impressas.
Primeiro ato:
Segundo ato: