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La traviata

Compositor: Verdi Giuseppe

Arias (partituras para voz e piano):

Alfredo Germont (Tenor)

De' miei bollenti spiritiLunge da leiO mio rimorso!

Giorgio Germont (Barítono)

Di Provenza il mar

Violetta Valery (Soprano)

Addio del passatoAh, fors'e è lui...Sempre liberaE strano! e strano!Teneste la promessa

Conjuntos (partituras para voz e piano):

Annina donde vieni. Alfredo Germont (Tenor) Annina (Soprano)Dammi tu forza o cielo. Alfredo Germont (Tenor) Violetta Valery (Soprano)Di Provenza il mar. Giorgio Germont (Barítono) Alfredo Germont (Tenor)Di sprezzo degno se stesso rende. Alfredo Germont (Tenor) Giorgio Germont (Barítono) Violetta Valery (Soprano) Barone Douphol (Barítono)Drinking Song: Libiamo ne' lieti calici. Alfredo Germont (Tenor) Violetta Valery (Soprano)Madamigella Valery. Giorgio Germont (Barítono) Violetta Valery (Soprano)No non udrai rimproveri. Alfredo Germont (Tenor) Giorgio Germont (Barítono)Non sapete quale affetto. Giorgio Germont (Barítono) Violetta Valery (Soprano)Ogni suo aver tal femmina. Alfredo Germont (Tenor) Gastone (Tenor) Barone Douphol (Barítono)Parigi o cara. Alfredo Germont (Tenor) Violetta Valery (Soprano)Pura siccome un angelo. Giorgio Germont (Barítono) Violetta Valery (Soprano)Signora che t'accade. Alfredo Germont (Tenor) Violetta Valery (Soprano) Annina (Soprano)Valse and Duet: Un dì felice. Alfredo Germont (Tenor) Violetta Valery (Soprano)

Partituras

"La traviata" PDF 9Mb "La traviata" PDF 11Mb "La traviata" PDF 12Mb "La traviata" PDF 12Mb "La traviata" PDF 16Mb "La traviata" PDF 16Mb "La traviata" PDF 18Mb "La traviata" PDF 21Mb "La traviata" PDF 22Mb "La traviata" PDF 24Mb "La traviata" PDF 30Mb "La traviata" PDF 33Mb "La traviata" PDF 39Mb "La traviata" PDF 42Mb
Act III PDF 6Mb16. Scena ed aria: Addio del passato bei sogni ridenti PDF 0Mb18. Duet: Parigi, o cara PDF 0MbScena ed aria: Addio del passato bei sogni ridenti PDF 2MbScena ed Aria: De miei bollenti spiriti PDF 3MbAria: Di Provenza il mar il suol PDF 3MbBrindisi: Libiamo ne' lieti calici PDF 1MbAct I. 1. Prelude PDF 0MbAct I. 2. Introduction: Dall' invito trascorso è già l'ora PDF 2MbAct I. 3. Drinking Song: Libiamo ne' lieti calici PDF 2MbAct I. 4. Valse and Duet: Un dì felice PDF 3MbAct I. 5. Stretta of the Introduction: Si ridesta in ciel l'aurora PDF 1MbAct I. 6. Recitative and Air: Ah, fors' è lui ... Sempre libera PDF 2MbAct II. 10. Recitative and Air: Di Provenza il mar PDF 2MbAct II. 11. Finale II: Avrem lieta di maschere PDF 0MbAct II. 12. Chorus of Gypsies: Noi siamo zingarelle PDF 1MbAct II. 13. Chorus of Spanish Matadors: Noi siam mattadori PDF 2MbAct II. 14. Finale II (continuation): Alfredo! Voi! PDF 4MbAct II. 15. Finale II (continuation): Di sprezzo segno PDF 4MbAct II. 7. Recitative and Air: De' miei bollenti spiriti PDF 2MbAct II. 8. Recitative and Duet: Pura siccome un angelo PDF 4MbAct II. 9. Recitative: Dammi tu forza PDF 0MbAct III. 16. Recitative and Aria: Addio del passato PDF 2MbAct III. 17. Bachanal Chorus: Largo al quadrupede PDF 0MbAct III. 18. Recitative and Duet: Parigi, o cara PDF 3MbAct III. 19. Finale: Prendi, quest' è l'immagine PDF 1MbAct III. PDF 8Mb

Partituras para orquestra

"La traviata" PDF 6Mb "La traviata" PDF 9Mb "La traviata" PDF 17Mb "La traviata" PDF 33Mb "La traviata" PDF 75Mb
Offstage band score PDF 4Mb
OvertureDell invito trascorsa e gia l'oraDrinking Song: Libiamo ne' lieti calici. Alfredo Germont (Tenor) Violetta Valery (Soprano)Che e cio? non gradiresteOh! qual pallorUn di felice etereaEbben..? che diavol fateSi ridesta in ciel auroraE strano! e strano!. Violetta ValeryAh! fors e lui che l'animaFollie! follie! delirio vano e questoSempre liberaLunge da lei. Alfredo GermontDe' miei bollenti spiriti. Alfredo GermontAnnina donde vieni. Alfredo Germont (Tenor) Annina (Soprano)O mio rimorso!. Alfredo GermontAlfredo? per parigi or partivaMadamigella Valery. Giorgio Germont (Barítono) Violetta Valery (Soprano)Pura siccome un angelo. Giorgio Germont (Barítono) Violetta Valery (Soprano)Non sapete quale affetto. Giorgio Germont (Barítono) Violetta Valery (Soprano)E grave il sacrifizioUn di quando le veneriCosi alla miseraAh! dite alle giovineImponete non amarlo di tegliMorro la mia memoriaDammi tu forza o cielo. Alfredo Germont (Tenor) Violetta Valery (Soprano)Che fai?..nullaAmami AlfredoAh! vive sol quel coroDi Provenza il mar. Giorgio GermontIl suol chi dal cor ti cancelloNe rispondi d'un padre all affettoNo non udrai rimproveri. Alfredo Germont (Tenor) Giorgio Germont (Barítono)Ah! ella e alla festaAvram lieta di maschera la notteNoi siamo zingarelleDi Madride noi siamo mattadori (Gastone)Alfredo voiInvitato a qui se guirmiChe volete? questa donna conoscete?Ogni suo aver tal femmina. Alfredo Germont (Tenor) Gastone (Tenor) Barone Douphol (Barítono)Di sprezzo degno se stesso rende. Alfredo Germont (Tenor) Giorgio Germont (Barítono) Violetta Valery (Soprano) Barone Douphol (Barítono)Alfredo Alfredo di questo coreIntermezzo 3Annina? comandate? (Annina)Teneste la promessa. Violetta ValeryAddio del passato. Violetta ValeryLargo al quadrupedeSignora che t'accade. Alfredo Germont (Tenor) Violetta Valery (Soprano) Annina (Soprano)Parigi o cara. Alfredo Germont (Tenor) Violetta Valery (Soprano)Ah! non piu a un tempioMa se tornando non m'haiAh! gran Dio morir si giovineAh! Violetta voi signorPrendi quest e l'imagineSe una pudica vergine (Gastone)
Wikipedia
La traviata (em português significa figurativamente, "A mulher caída") é uma ópera em quatro cenas (três ou quatro atos) de Giuseppe Verdi com libreto de Francesco Maria Piave. Foi baseada no romance A Dama das Camélias, de Alexandre Dumas Filho. Estreou a 6 de março de 1853 no Teatro La Fenice, em Veneza.
Oberto, Conte di San Bonifacio (1839) Un giorno di regno (1840) Nabucco (1842) I Lombardi alla prima crociata (1843) Ernani (1844) I due Foscari (1844) Giovanna d'Arco (1845) Alzira (1845) Attila (1846) Macbeth (1847) I masnadieri (1847) Jérusalem (1847) Il corsaro (1848) La battaglia di Legnano (1849) Luisa Miller (1849) Stiffelio (1850) Rigoletto (1851) Il trovatore (1853) La traviata (1853) Les vêpres siciliennes (1855) Simon Boccanegra (1857) Aroldo (1857) Un ballo in maschera (1859) La forza del destino (1862) Don Carlos (1867) Aïda (1871) Otello (1887) Falstaff (1893)
É noite de festa na casa da cortesã Violetta Valéry. Violetta, prometida ao Barão Douphol, é apresentada pelo seu amigo Gastone de Letorières a Alfredo Germont. Gastone conta que ele já conhecia Violetta há algum tempo e a amava em segredo. Alfredo, então, fazendo um brinde a Violetta, declara-lhe o seu amor.
Violetta responde a Alfredo que, sendo uma mulher mundana, não sabe amar e que só lhe poderia oferecer a amizade, sendo que Alfredo deveria procurar outra mulher. Mas ainda assim, Violetta oferece-lhe uma rosa que carrega entre os seios e pede-lhe que volte no dia seguinte. Após a festa, Violetta permanece só e começa a dar-se conta do quão profundamente lhe tocaram as palavras de Alfredo, um amor que ela jamais conheceu anteriormente.
Violetta e Alfredo iniciam um relacionamento amoroso e vão morar em uma casa de campo, nos arredores de Paris. Aninna, a criada de Violetta, conta a Alfredo que Violetta tem ido constantemente a Paris vender seus bens, para suportar as despesas da casa de campo.
Giorgio Germont, o pai de Alfredo, visita Violetta e suplica-lhe que abandone Alfredo para sempre. Giorgio conta-lhe sobre a sua família e especialmente a sua filha, em Provença, e acredita que ver Alfredo envolvido com uma mulher mundana destruiria a sua reputação.
Contrariada, Violetta atende às súplicas de Giorgio e sela um envelope endereçado a Alfredo. Violetta parte para uma festa na casa da sua amiga Flora Bervoix e Alfredo lê a carta. Desconfiado de que Violetta possa tê-lo traído, Alfredo vai até a casa de Flora para se vingar.
A festa tem início com um grupo de mascarados que lhes proporcionam um divertimento. Alfredo chega a festa e logo de seguida chega Violetta Valery acompanhada pelo Barão Duphol. Alfredo começa a jogar com o Barão e ganha. No momento em que o jantar é servido, Violetta e Alfredo permanecem a sós no salão e Alfredo força-a a confessar a verdade. Violetta, mentindo, diz amar o barão. Furioso, Alfredo convoca todos para o salão e atira à cara de Violetta todo o dinheiro ganho no jogo e desafia Douphol para um duelo. Violetta desmaia, Alfredo é reprimido por todos e a festa termina.
Violetta está doente e empobrecida, depois de se desfazer de todos os bens. Tomada pela tuberculose, recebe cartas de vários amigos e uma, em especial, chama-lhe a atenção. É de Giorgio Germont, arrependido por ter colocado Violetta contra Alfredo.
Giorgio e Alfredo visitam Violetta, e reconciliam-se. Violetta e Alfredo começam a fazer planos de vida para depois da recuperação de Violetta. No entanto, Violetta está muito debilitada fisicamente e começa a sentir o corpo ceder. Entrega a Alfredo um retrato seu e avisa-o para que o entregue à próxima mulher por quem ele se apaixonar. Violetta sente os espasmos da dor cessarem, mas em seguida expira.
Em Portugal a obra estreou em 28 de Fevereiro de 1855 no Real Theatro de São João, atual Teatro Nacional de São João, no Porto.