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Nabucco

Compositor: Verdi Giuseppe

Arias (partituras para voz e piano):

Abigaille (Soprano)

Anch'io dischiuso un giorno... Salgo già del trono aurato

Fenema (Meio)

O dischius'è il firmamento

Nabucco (Barítono)

Dio di Giuda... O prodi miei, seguitemiChi mi toglie il regio scettro

Zaccaria (Baixo)

D'Egitto là su i lidi...Come notte a sol fulgenteTu sul labbroVieni o Levita

Conjuntos (partituras para voz e piano):

Deh! perdona deh! perdona. Abigaille (Soprano) Nabucco (Barítono)Donna chi sei?...Oh! di qual onta aggravasi. Abigaille (Soprano) Nabucco (Barítono)

Partituras

"Nabucco" PDF 10Mb "Nabucco" PDF 12Mb "Nabucco" PDF 13Mb "Nabucco" PDF 17Mb "Nabucco" PDF 18Mb "Nabucco" PDF 55Mb
Overture (Sinfonia) PDF 0Mb1. Chorus and Cavatina: Come notte a sol fulgente PDF 1Mb2. Recitative and Trio PDF 0Mb3. Chorus PDF 0Mb4. Finale I PDF 2Mb5. Recitative and Aria: Anch'io dischiuso un giorno PDF 0Mb6. Prayer: Tu sul labbro PDF 0Mb7. Chorus of Levites PDF 0Mb8. Recitative and Finale II PDF 1Mb9. Chorus PDF 0Mb10. Recitative PDF 0Mb11. Duet PDF 0Mb12. Chorus of Hebrew Slaves: Va, pensiero PDF 0Mb13. Prophecy and Finale III PDF 0Mb14. Prelude, Recitative and Aria: Dio di Giuda PDF 0Mb15. Funeral March, Prayer: Oh dischiuso è il firmamento PDF 0Mb16. Finale IV PDF 0Mb12. Chorus of Hebrew Slaves: Va, pensiero PDF 0MbAct I (Nos.7-9) PDF 11MbCavatina: 'D'Eggitto là sui lidi' PDF 2Mb

Partituras para orquestra

"Nabucco" PDF 5Mb "Nabucco" PDF 8Mb "Nabucco" PDF 12Mb "Nabucco" PDF 12Mb "Nabucco" PDF 27Mb
Overture. PDF 0MbOverture. PDF 0Mb
OvertureGli arredi festivi giu cadano infrantiSperati o figli! (Zaccaria)D'Egitto la sui lidi (Zaccaria)Furibondo (Ismaele, Zaccaria)Come notte a sol fulgente (Zaccaria)Fenema o mia diletta (Fenena, Ismaele)Guerrieri e preso il tempio (Abigaille, Ismaele, Fenena)Prode guerrier d'amore (Abigaille, Ismaele, Fenena)Io t'amava il regno il core (Abigaille, Ismaele, Fenena)Lo vedeste fulminando (Anna)Viva Nabucco (Abigaille, Zaccaria, Ismaele, Nabucco)Che tenti oh trema insano (Zaccaria, Nabucco, Fenena, Ismaele, Anna, Abigaille)Si finga e l'ira mia (Nabucco, Fenena, Abigaille, Anna, Ismaele, Zaccaria)Tremin gl'insani del mio furore (Nabucco, Zaccaria, Ismaele, Fenena, Abigaille)O vinti il capo a terra (Nabucco, Zaccaria)Mio furore non piu costretto (Nabucco, Abigaille, Anna, Fenena, Ismaele)Ben io t'invenni (Abigaille)O fatal scritto (Abigaille)Anch io dischiuso un giorno (Abigaille)Chi s'avanza? (Abigaille)Anch'io dischiuso un giorno... Salgo già del trono aurato. AbigailleVieni o Levita. ZaccariaTu sul labbro. ZaccariaChe si vuol (Ismaele)Maledetto dal Signor (Ismaele)Deh! fratelli perdonate (Anna, Zaccaria, Ismaele, Abdallo, Fenena)Gloria ad Abigaille (Abigaille, Fenena)Dal capo mio la prendi (Nabucco)S'appressan gl'istanti (Abdallo, Abigaille, Fenena, Nabucco)S'oda or me (Nabucco, Fenena, Zaccaria)Chi mi toglie il regio scettro. NabuccoE l'assiria una regina (Abigaille, Nabucco, Abdallo)Excelsa Donna che Assiria (Abigaille)Donna chi sei? (Nabucco, Abigaille)Donna chi sei?...Oh! di qual onta aggravasi. Abigaille (Soprano) Nabucco (Barítono)Ah! qual suono (Nabucco, Abigaille)Deh! perdona deh! perdona. Abigaille (Soprano) Nabucco (Barítono)Entre 3Va pensiero sull'ali dorateOh! chi piange di femmine imbelli (Zaccaria)Del futuro nel buio discerno (Zaccaria)Intermezzo 4Son pur queste mie membra (Nabucco)Dio di Giuda! (Nabucco)Porta fatale oh t'aprirai (Nabucco, Abdallo)Cadran cadranno i perfidi (Abdallo, Nabucco)Dio di Giuda... O prodi miei, seguitemi. NabuccoVa la palma del martirio (Zaccaria, Fenena)Oh! dischiuso e il firmamento (Fenena)Viva Nabucco!Empi fermate (Nabucco)Ah! torna Israello (Nabucco)Immenso JehovahSu me morente esanime (Abigaille)
Wikipedia
Nabucco é uma ópera em quatro atos de Giuseppe Verdi, com libreto de Temistocle Solera, escrita em 1842. A ação da ópera conta a história do rei Nabucodonosor II da Babilônia. Foi escrita durante a época da ocupação austríaca no norte da Itália e, por meio da várias analogias, suscitou o sentimento nacionalista italiano. O Coro dos Escravos Hebreus, no terceiro ato da ópera (Va, pensiero, sull'ali dorate, "Vai, pensamento, sobre asas douradas") tornou-se uma música-símbolo do nacionalismo italiano da época. Foi estreada, a 9 de março de 1842, no Teatro alla Scala de Milão.
Oberto, Conte di San Bonifacio (1839) Un giorno di regno (1840) Nabucco (1842) I Lombardi alla prima crociata (1843) Ernani (1844) I due Foscari (1844) Giovanna d'Arco (1845) Alzira (1845) Attila (1846) Macbeth (1847) I masnadieri (1847) Jérusalem (1847) Il corsaro (1848) La battaglia di Legnano (1849) Luisa Miller (1849) Stiffelio (1850) Rigoletto (1851) Il trovatore (1853) La traviata (1853) Les vêpres siciliennes (1855) Simon Boccanegra (1857) Aroldo (1857) Un ballo in maschera (1859) La forza del destino (1862) Don Carlos (1867) Aïda (1871) Otello (1887) Falstaff (1893)
Os judeus oram diante do templo de Salomão. O sumo-sacerdote Zacarias entra com Ana, sua irmã, e Fenena, filha de Nabucco, tida como refém pelos judeus. Zacarias avisa ao povo que Javé não vai abandonar o povo judeu. Ismael, chefe militar e sobrinho do rei de Jerusalém, entra com seus soldados e avisa que Nabucco destruirá tudo.
Zacarias espera que haja um milagre e entrega Fenena a Ismael para que ela tenha sua segurança garantida. Ambos são amantes, e se conheceram na Babilônia. Abigail, a outra filha de Nabucco -que também é apaixonada por Ismael - entra conduzindo um exército de assírios para ocupar o templo. Os assírios estão vestidos como judeus. Abigail chantageia Ismael, dizendo que ela salvará seu povo caso ele lhe retribua o amor, mas Ismael não aceita.
Reaparecem os judeus, assustados com a reaproximação de Nabucco, que é enfrentado por Zacarias, que o denuncia por blasfêmia e ameaça executar Fenena. Esta é entregue a Nabucco por Ismael, que é reprimido pelos judeus. Nabucco manda incendiar o templo.
Palácio de Nabucco, na Babilônia. Abigail acha um pergaminho no qual é dito que ela é filha de escravos, e não de Nabucco. Jura vingança a ele e a Fenena, enquanto lembra de Ismael e acha que ele poderia ter salvado sua vida. Entra o Sumo Sacerdote e avisa que Fenena mandou libertar os prisioneiros judeus, e que, devido à traição, Abigail será nomeada herdeira do trono, em vez de Fenena.
Em outro local, Zacarias ora e tenta convencer os assírios a esquecerem seus ídolos. Fenena entra nos aposentos de Zacarias, e este tenta convertê-la. Os levitas entram e encontram Ismael, que fora banido. Zacarias perdoa Ismael, por este ter salvado um judeu - Fenena, agora convertida. Abdalo, conselheiro do palácio, entra e avisa Fenena sobre os boatos sobre a morte de Nabucco, e que sua vida está em risco.
Entra o Sumo Sacerdote e proclama a regência de Abigail. É anunciada a sentença de morte aos judeus. Fenena se recusa a entregar o cetro a Abigail. Inesperadamente, entra Nabucco, toma a coroa e a coloca em suas cabeças. Nabucco diz que derrotou Baal e Javé, e por isso mesmo não é rei. É Deus. Nesse instante, cai um raio na cabeça de Nabucco, que fica louco. Abigail recupera a coroa.
Jardins Suspensos da Babilônia. Abigail é proclamada regente e é instigada a condenar à morte os judeus, mas, antes disso, Nabucco entra atordoado. Abigail explica que está na função de regente porque o rei está impedido de reinar, e lhe entrega a ordem de execução aos judeus, esperando que ele decrete a morte de Fenena - agora, convertida ao judaísmo. Nabucco assina, mas pergunta sobre o que vai acontecer a Fenena, e Abigail avisa que ela também vai morrer, junto com os outros judeus. Nabucco tenta mostrar o documento a Abigail dizendo que ela é uma impostora, mas ela já o tem em mãos e o rasga em pedaços. Nabucco chama os guardas, mas não é atendido. Sem saída, roga clemência a Abigail, que permanece irredutível.
Enquanto isso, os judeus permanecem descansando do trabalho escravo, diante das margens do Eufrates, e relembram sua pátria perdida. Zacarias anuncia que eles estarão livres do cativeiro em breve, e Javé os ajudará a derrotar a Babilônia.
Nabucco está em seus aposentos e ouve o grito por Fenena. Ao olhar para a janela, vê que Fenena está sendo executada. Ao tentar abrir a porta, dá-se conta de que é prisioneiro. Neste momento, Nabucco implora perdão a Javé, rogando-lhe conversão, juntamente como a seu povo. Ao recuperar a razão, entra Abdalo se certifica de que Nabucco é novamente ele próprio, e já está com todas as suas faculdades recuperadas. E tenta buscar o trono.
Os carrascos preparam a execução de Zacarias e de seu povo. Fenena é aclamada mártir e, em sua última prece, roga a Javé que a receba no céu. Nabucco acaba com a escravidão dos judeus e anuncia que ele próprio é um deles. A estátua de Baal é destruída e Abigail se suicida, implorando a Ismael que se una novamente a Fenena. O povo reconhece o milagre, e direciona louvores a Javé.